Ficciones – Encuentro Bienal de Fotografía y Nuevos Medios

Ficciones – Encuntro Binel de Fotografía y Nuevos Medios é um encontro sobre fotografia que será realizado no Uruguai, na cidade de Maldonado. O tema deste encontro é Nuevos Publicos.

“… pensar en el público es pensar en accesos, en posibilidades interpretativas, en el receptor como un proyecto en sí mismo. Decir nuevos públicos en un circuito de instituciones artísticas será decir niños y adolescentes, estudiantes, visitas guiadas. En definitiva, un grupo visualizado como carente de discurso, de referencias históricas, de juicio.

No acontece como en el cine masivo o la publicidad, donde Súperman reaparece cada cinco años como si fuese la primera vez3, y los planteos estéticos son reincorporados y mostrados a un nuevo público objetivo apto para su consumo. De alguna forma, que esto no suceda explícitamente en las artes visuales reafirma su territorio. No obstante, desde esta instancia podemos pensar en esta nueva configuración creciente de los medios fotográficos como una posibilidad para pensar en otros públicos hasta ahora no alcanzados. Aquí aparecen prácticas relacionales, nuevos medios, interdisciplinariedad, prácticas tradicionales y contemporáneas presentadas en diversos formatos. No explora este planteo la renuncia a los mitos del arte sino a la posibilidad de producir desde sus elementos invisibles.”

Fernanda Gassen, membro do nosso grupo de pesquisa, estará participando do encontro dando o workshop “Fotografia/Texto” e expondo trabalho em uma das exposições do evento.

Mais informações sobre o evento: http://ficcionesfotografia.blogspot.com/

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Rever: Retratos Ressignificados – A Fotografia de Retrato como fonte de uma Narrativa Ficcional

REVER: RETRATOS RESSIGNIFICADOS 
A FOTOGRAFIA DE RETRATO COMO FONTE DE NARRATIVA FICCIONAL 
Rochele Boscaini Zandavalli - UFRGS
Resumo 
Este artigo pretende explicitar algumas das questões envolvidas no procedimento 
contemporâneo de apropriação de imagens fotográficas pré-existentes, mais 
especificamente de retratos fotográficos que passam a servir como fonte de narrativa 
ficcional. Para isso, traço uma linha de análise do uso dado ao retrato pelos fotógrafos 
pioneiros, pelos artistas das vanguardas européias  do início do século XX, e pelos 
contemporâneos como Urs Lüthi, Cindy Sherman, Sophie Calle e Christian Boltanski. 
Herdeiros da tensão gerada pela dupla natureza da linguagem fotográfica, que se situa 
entre a apreensão do real e a construção do ficcional, de diferentes modos, eles fazem 
uso da tensão inerente à técnica fotográfica, entre o sujeito biológico e sua máscara 
social. Com isso ajudam a expandir a noção original de retrato fotográfico. 
Palavras-chave: Retrato fotográfico, narrativa, ficção, apropriação
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Fazendo a memória performar : uma reflexão sobre a fotografia em variações em azul

Fazendo a memória performar : uma reflexão sobre a fotografia em variações em azul*

Ruth Moreira de Sousa Regiani

O texto se propõe a uma reflexão acerca do pensamento conceitual sobre a fotografia na obra artística aqui apresentada, intitulada Variações em Azul. Tal pensamento defende a fotografia não como registro de acontecimentos passados, “isto foi” (Roland Barthes), mas como um mecanismo capaz de fazer a memória performar as diversas possibilidades de “isto poderia ter sido” ou de “impossível ter sido”. Esta obra apresenta a fotografia como um processo contínuo de reconstrução, de fazer o novo, de ressignificar as imagens caducas, de tornar-se novamente ação. Para a concepção aqui apresentada, a fotografia não tem por função lembrar o que foi, mas produzir um novo acontecimento. Desta forma, fazendo a memória performar continuamente, a fotografia nesta poietika produz acontecimentos impossíveis: que só têm existência pela fotografia e na fotografia. Traçando relações entre a música, o cinema e a fotografia, o texto constrói os argumentos que embasam esta idéia conceitual, quais sejam: “original” não é uma matriz que reproduz unidades idênticas, mas “origem” acrescida de “novidade”, tal como propõe Walter Benjamin para a “imagem dialética”. A fotografia não aponta para o passado, mas para um “presente do futuro”, tal como coloca Ernst Bloch acerca da imagem de esperança. A fotografia é capaz de abarcar mais que um único instante, o “instante decisivo” (Cartier Bresson), ela tende para uma simultaneidade. Ela é capaz de propor um movimento, sendo este entendido não como o deslocamento de um ponto a outro (A-B), mas como uma mudança de estado, a ressignificação do mesmo (A-A’).

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*Dissertação defendida em 2008 no Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da UFRGS.

Fotografia Ficcional: Experimentações na Arte Contemporânea

Este Blog será o canal de comunicação e disseminação da produção  do grupo de pesquisa “Fotografia Finccional: Experimentações na Arte Contemporânea”, vinculado ao CNPq e a Universidade Regional do Cariri – URCA.

O Grupo de Pesquisa se coloca na relação com o pensamento
contemporâneo sobre fotografia, e opta por investigar um uso
específico da imagem fotográfica no contexto das Artes Visuais
contemporâneas: sua capacidade narrativa de criar ficções.

O grupo possui duas linhas de pesquisa:

  • Fotografia e Hidrismo : pesquisa a fotografia como linguagem híbrida em suas diversas manifestações, que deflagra importantes relações com a escultura, a gravura, a instalação, o teatro e a pintura. Ainda, abarca a investigação de diversos processos de interferência na imagem, métodos artesanais e suportes experimentais.
  • Fotografia Ficcional: pesquisa a relação entre fotografia e narrativa ficcional na Arte Contemporânea.